quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Vagas de Emprego

Empresa de call center tem 2 mil vagas abertas para quatro unidades na capital pernambucana 
Da Folha de Pernambuco   
A empresa de call center Contax está selecionando dois mil profissionais para o cargo de atendente de contact center. As vagas são para as quatro unidades do grupo no Recife. Apesar de os salários não serem divulgados, os funcionários selecionados terão carteira assinada, além de benefícios como assistência médica e odontológica, vale-refeição, vale-transporte, treinamento e convênios com faculdades. Os interessados devem ter idade mínima de 18 anos, 2º grau completo, boa comunicação verbal e conhecimentos básicos de informática.

O processo tem entrevistas, testes de português, matemática e dinâmicas de grupo. Ele ficará aberto até que todas as oportunidades sejam preenchidas. Os candidatos podem cadastrar os currículos no site da empresa (www.contax.com.br), acessando a área “Trabalhe Conosco”. Quem preferir pode entregar, das 9h às 15h, o material em alguma das unidades: Príncipe (rua do Príncipe, 156, Boa Vista); Conquista (rua Almeida Cunha, 40, Boa Vista); Aurora (rua da Aurora, 1675, Santo Amaro), ou Santo Amaro (rua 24 de agosto, s/n, Santo Amaro).

A Contax fechou o último ano com 85 mil colaboradores e 80 clientes corporativos, como bancos, empresas do setor de telecomunicações, de TVs por assinatura, de processamento de cartões de crédito e distribuidoras de energia elétrica. A empresa está no mercado há dez anos. Entre os trabalhos integrados oferecidos estão o Atendimento ao Cliente (SAC), recuperação de crédito, televendas, processamento de transações, trade marketing e serviços de tecnologia. O grupo está presente em sete estados brasileiros e no Distrito Federal.

As empresas de call center costumam ofertar muitas vagas de trabalho, mas os serviços precisam ser aprimorados. Apesar de a Lei do SAC ter mais de dois anos, o consumidor não sentiu tantos benefícios. Uma das principais determinações da legislação é que o SAC funcione 24 horas por dia e atenda o cliente em até um minuto.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

FARRA COM O DINHEIRO DAS CARTEIRAS DE ESTUDANTES

Entidades estudantis não utilizaram corretamente verba da carteira de estudante, diz TCE

Da Folha de Pernambuco

Dirigentes de entidades representativas dos estudantes secundaristas pernambucanos vão ter que responder na justiça por uma série de irregularidades praticadas na gestão dos recursos gerados pela emissão das carteiras de estudantes. Segundo apurou o Tribunal de Contas do Estado, algumas entidades chegaram a empregar verba que não lhes pertence para financiar passagens aéreas, contas de telefone celular e até aluguel de ônibus. As entidades que praticaram as irregularidades flagradas pelo TCE são a União dos Estudantes Secundaristas de Pernambuco (Uespe), União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), além da própria Casa do Estudante.
Os dirigentes destas entidades foram condenadas a devolver ao Grande Recife Consórcio de Transporte (GRCT) o valor de R$ 529 mil, referente ao mau uso dos recursos destinados à emissão das carteiras de estudantes. O relatório de 61 páginas, assinado pelo auditor José Ermival de Siqueira e pelo técnico Antônio  Roberto de Melo, mostra que a Uespe usou R$ 233 mil indevidamente e, portanto, deve devolver o valor ao Grande Recife. Já a Ubes, precisa devolver R$ 296 mil. A Casa do Estudante foi a única a devolver os recursos usados indevidamente pela entidade - algo em torno de R$ 142 mil.  

O TCE tomou a decisão depois de analisar as prestações de contas do Consórcio do ano de 2008 e de verificar irregularidades cometidas pelas instituições estudantis. De acordo com o relatório do TCE, o dinheiro das carteiras também estava sendo usado em viagens aéreas, aluguel de ônibus, hospedagens, refeições, telefone celular, aquisição de material de construção e até o pagamento de multa de trânsito. O repasse dos recursos é feito pelo GRCT, anualmente, a Uespe, Ubes e Casa do Estudante, em cumprimento ao convênio n˚106. 022, de 2006, que prevê a emissão, confecção e distribuição das carteiras. 

De acordo com o convênio, cabe às entidades estudantis divulgar a importância da carteira de estudante junto aos alunos do Recife e da Região Metropolitana, através de panfletos, cartazes e informativos, incentivando-os a solicitarem o documento. Já a confecção e distribuição dos documentos são de responsabilidade do Consórcio Grande Recife, que recebe das escolas toda a documentação referente aos alunos devidamente matriculados. O Grande Recife também faz a entrega, às unidades de ensino, das carteiras já impressas para que sejam distribuídas com os estudantes. Todo o processo é feito sem nenhum tipo de ônus por parte das escolas.

UESPE

Na prestação de contas da Uespe aparecem despesas com dedetização, alimentação e viagens fora da Região Metropolitana do Recife e até fora de Pernambuco - o que não é permitido pelo convênio. Há ainda uma nota no valor de R$ 25,5 mil referente ao consumo de 4.649 quentinhas. Nesse caso, inclusive, o auditor chama a atenção no documento para “a quantidade de alimentação consumida num curto período de um trimestre”.

Despesas com passagens aéreas, hospedagem e fretes e mais de R$ 67 mil gastos com apostilas, crachás, pastas para realização de Congresso da Uespe também foram apontados pela auditoria do TCE, já que não são objeto do convênio. Algumas notas fiscais que não apresentam relação com o serviço prestado estão em nome de terceiros e com endereço diferente da entidade em questão. O relatório ressalta, inclusive, uma quantia de R$ 66 mil correspondente a 564 mil cópias xerox emitidas no curto período de três semanas.

Neste caso, a auditoria do TCE conclui que 39% (R$ 233.083,07) das despesas apresentadas pela entidade não são legítimas “em virtude da não compatibilização com o objeto do convênio ou ainda porque não podem ser identificadas pela ausência de qualquer informação ou por falta de legibilidade da documentação apresentada”. O texto continua informando que “os documentos apresentados pela Uespe denotam gastos excessivos com cópias e impressões de jornais demonstrando indícios de aquisição de documentos fiscais com feito de comprovar despesas”. 

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Transferência de Renda: Uma Receita Vital Para o Desenvolvimento.

Mesmo sendo alvo de tantas críticas, os programas sociais voltados para a transferência de renda, como o Bolsa Família, vem crescendo notavelmente, em vários outros países. Sabemos que o Brasil e o México foram os grandes pioneiros na estratégia de empoderar economicamente as famílias mais necessitadas. E essa receita vem trazendo resultados otimistas, como também, vem sendo adotada por várias outras nações.

Atualmente, cerca de 40 países possuem projetos sociais com essa fundamentação, é válido ressaltar que nessa lista de nações, encontramos até os Estados Unidos. Só no Brasil, o Bolsa Família atende praticamente um quarto da população, ou seja, aproximadamente 50 milhões de habitantes que utilizam o valor destinado pelo programa para a construção de uma vida mais dígna.

Enfim, são programas com essa grandeza, que promovem a emancipação das famílias que efetivamente precisam do Estado e que por questões políticas e históricas, se encontravam nas margens da sociedade e carentes de acesso aos principais serviços públicos. Entretanto, para resolver tal problemática, é preciso que haja uma grande reformulação política e social nas ações do Estado. Realidade que não é tão fácil, principalmente pela existência de interesses externos nesse processo. E justamente por isso,que precisamos definir os programas de transferência de renda, como uma de várias estratégias políticas que almejem a redução das deigualdades sociais e econômicas de um país.

De fato, a implantação desses programas em vários países ja demonstram a evolução política presente na sociedade contemporânea. Uma vez que, implementar na cultura política de qualquer nação a idéia de programas sociais que destinam um valor financeiro para os cidadãos mais carentes é uma tarefa árdua, principalmente para a mentalidade das famílias de trabalhadores de classe média. Entretanto, a aceitação e a ampliação dos programas de transferência de renda vem se cristalizando cada vez mais, e se tornando, a medida do tempo uma política de Estado, fazendo com que a busca pela promoção social se consolide cada vez mais na agenda pública.

Eis uma verdadeira idéia republicana, que atinge diretamente na problemática da pobreza e fortalece a idéia de um Estado voltado, efetivamente para o interesse do bem estar social. Logicamente que para construirmos o mundo ideal, livre da pobreza e da exclusão é preciso que tais programas de transferência de renda se articulem com outros programas sociais voltados para a educação, profissionalização, geração de renda etc. Pois somente dessa forma, que vamos ter as condições necessárias para debatermos como uma sociedade literalmente democrática.

Menina Morta por Ciúmes aos 14 Anos por Namorado de 15 Anos. Violência é Cada Vez Maior Entre os Jovens.

Do Blog de Jamildo.


O professor Jorge Luis de França Silva, secretário-geral da escola Clídio Nigro, uma escola estadual em Olinda, na divisa com o Recife, tem uma nova função, informal, depois de mais de 20 anos de magistério. A pedido da mãe de uma das alunas, ele deve vigiar uma garota de 13 anos, muito bonita, estudante do turno da manhã, que acabou o namoro recentemente com outro garoto da mesma escola.

“A mãe teme que a menina seja vítima de alguma violência. O namorado teria envolvimento com drogas. Não sei se é verdade, mas ele já chegou aqui na escola com um revólver 32 dentro da bolsa, ameaçando matar outro estudante (por ciúmes)”, revela.

“A realidade das escolas é um caso sério. Hoje em dia, com essa história de crack, os garotos se destacam na rua com a arma. Em busca de algum status, tem garotas que acham o máximo”, acredita. Por ciúmes, em julho do ano passado, a mesma escola foi abalada por uma morte trágica, envolvendo dois jovens. Luana Ferreira de Moraes, de apenas 14 anos, foi morta a tiros, pelo namorado Luecildo José dos Santos, de 15 anos.

“Segundo os colegas, ela não queria mais o relacionamento. A escola ficou chocada. Ela era muito jovem, bem alegre, adorava dançar suingueira (estilo de música de letra fácil com coreografias recheadas de malícia) e aluna assídua”.

O jovem agressor foi preso pela Polícia Civil do Estado e cumpre pena sócio-educativa.

Luana fazia a 6ª série do ensino fundamental no colégio. Conheceu o namorado Luceíldo, que morava na mesma rua que ela, no colégio municipal Mário Melo, em Campo Grande, no Recife, onde havia concluído o ensino primário.

As duas escolas ficam em áreas pobres e violentas do Recife. O nome da escola olindense é uma homenagem ao fundador da tradicional troça carnavalesca Elefantes, de Olinda, que só lembra festa e alegria. Na comunidade de Saramandaia, nome de novela da Globo, Luciana Ferreira, de 20 anos, a irmã mais velha de Luana, mesmo negando que haja violência nas escolas, conta que é ‘normal e comum’ meninos e meninas ‘saírem no tapa’ na escola.

Mãe de dois filhos aos 20 anos, a mais nova com um ano e sete meses de vida, Luciana parou de estudar na sétima série. Uemerson Ferreira, de 15 anos, ainda estuda na mesma escola que a irmã Luana frequentava.

“Minha mãe ainda chora de saudade. Ela ajudava em casa (nas tarefas domésticas)”, conta.

A mãe Márcia Ferreira Silva evitou falar do incidente.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Ensino de história e cultura afro-brasileira e africana será discutido em faculdade

Para discutir sobre o ensino de história e cultura afro-brasileira e africana, a Faculdade Frassinetti do Recife (Fafire) sedia palestras sobre o assunto na próxima terça-feira, a partir das 19h, no auditório da pós-graduação.

Intitulada de “A importância do ensino da história e cultura afro-brasileira e africana”, o evento terá a participação da professora e doutora do Departamento de História da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Isabel Guillen.

Já o mestre em Literatura e Interculturalidade da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Lepé Correia, irá abordar sobre a religiosidade africana e afro-brasileira: resgate da identidade cultural.

Com informações da assessoria

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Cine Cabeça.


A UNACOMO em parceria com o Cine cabeça convida todos(as) educadores sociais e as lideranças comunitárias a participarem da exibição de dois filmes. Para participar é preciso ter 18 anos, a entrada é gratuita. Na entrada basta dizer que foi convidado pela UNACOMO. Não perca esta oportunidade. 

O Contador de Histórias

Filme de Luiz Villaça baseado na vida do mineiro Roberto Carlos Ramos, é a história de como o afeto pode transformar a realidade. Caçula entre dez irmãos, Roberto desde cedo demonstra um talento especial para contar histórias, transformando, com a narrativa, suas próprias experiências de frustração em fábulas cativantes.

Aos 6 anos, o menino cheio de imaginação é deixado pela mãe em uma entidade assistencial recém criada pelo governo. Ela acredita estar, assim, garantindo um futuro melhor para seu filho. A realidade na instituição é diferente do que se promovia pela propaganda na TV; e Roberto, aos poucos, perde a esperança. Aos treze anos, após incontáveis fugas, ele é classificado como ‘irrecuperável’, nas palavras da diretora da entidade.

Contudo, para a pedagoga francesa Margherit Duvas (Maria de Medeiros), que vem ao Brasil para o desenvolvimento de uma pesquisa, Roberto representa um desafio. Determinada a fazer do menino o objeto de seu estudo, tenta se aproximar dele. O garoto em princípio reluta, mas, depois de uma experiência traumática, procura abrigo na casa de Margherit.

O que surge entre os dois é uma relação de amizade e ternura, que porá em xeque a descrença de Roberto em seu futuro e desafiará Margherit a manter suas convicções.

site oficial: http://wwws.br.warnerbros.com/ocontadordehistorias/site
trailer: http://www.youtube.com/watch?v=1Aqn_jO_HAM

Recife Frio

Estranha mudança climática faz Recife, na região Nordeste do Brasil, passar a ser uma cidade fria.

O documentário de uma TV estrangeira examina os efeitos da mudança em toda uma cultura que sempre viveu em clima quente.

Duração: 20'
Ficha Técnica

Produção: Emilie Lesclaux
Direção: Kleber Mendonça Filho
Roteiro: Kleber Mendonça Filho
Fotografia: Kleber Mendonça Filho
Direção de Arte: Juliano Dornelles
Som: Kleber Mendonça Filho
Montagem: Kleber Mendonça Filho

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Educação Ambiental em Debate na Colônia de Férias da Prefeitura de Olinda.

Em uma tenda montada na arena da escolinha de voleibol, a Coordenadoria da Juventude e a Diretoria de Esportes da Secretaria de Esportes, Lazer e Juventude de Olinda, organizaram atividades educativas e de lazer para moradores e turistas da Cidade. Nesta última sexta-feira (28), dia do encerramento do Cine Clube Ambiental, cerca de 70 crianças e adolescentes do Pelc/Pronasci (Santa Tereza, Alto da Mina e Ponte Preta) participaram do evento. Integraram a programação, que atendia a todas as faixas etárias gratuitamente, palestras e documentários sobre a preservação do meio ambiente.

Pela manhã a garotada do PELC (Programa de Esporte e Lazer da Cidade) e Pronasci (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania) jogou vôlei, futebol e capoeira. Os amigos Mikaela Mirella da Silva Cruz, 14 anos, Ana Luisa Ferreira, 13 anos e Alisson José da Silva, 11 anos, participaram de todas as atividades. “Nós estamos adorando, é um dia diferente”, revelou Mikaela.
A agente do PELC Santa Tereza, Ana Camila Campelo, ressaltou a importância desse tipo de evento para os meninos e meninas do projeto. “Eles nem sempre saem de casa nas férias. Hoje eles estão tendo a oportunidade de ter um dia de diversão e aprendizagem”, disse Ana Camila.
Depois das atividades esportivas a criançada pôde aprender com o educador social e diretor do Centro de Juventude, Wallace de Melo Barbosa, como cuidar do meio ambiente. O educador social salientou o papel que os cidadãos têm na preservação do planeta.

O carioca Ricardo Cruz, que está passando as férias em Olinda, parabenizou a iniciativa da Prefeitura Municipal de Olinda. “Achei muito bacana esse evento. A gente vem à praia se divertir e ainda aprende como cuidar do nosso planeta”, disse Ricardo.

À noite, encerrando a programação, foi exibido o documentário Uma Verdade Inconveniente, que aborda os efeitos negativos do aquecimento global relacionados ao meio ambiente e a humanidade. Adultos, adolescentes e crianças fizeram parte da platéia. Dulcinete Maria de Santana, 46 anos, moradora de Olinda há um mês, achou o documentário interessante. “Esse é o retrato do que estamos fazendo com nossa terra, pois o homem constrói e ao mesmo tempo destrói, sem pensar nas consequências”, disse Dulcinete.

Fonte: olinda.pe.gov.br